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Sexta-feira 13 também assombra o mundo da Fórmula 1 e carros não usam o nº 13

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“Maldição” do número 13 na Fórmula 1 começou com acidente em 1926

A sexta-feira 13 é o dia mais emblemático para os supersticiosos. Considerada como sinal de azar, a data já virou até tema de filmes de terror e ainda é constantemente lembrada quando se repete. As origens do motivo para que este dia seja marcante são várias e remontam a antigas civilizações. A tradição, porém, continua firme até os dias de hoje, inclusive em áreas em que a ciência e a tecnologia dominam, como a  Fórmula 1 .

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Ao contrário de outras modalidades do esporte, o mundo do automobilismo procura evitar o número 13 em suas competições há muitos anos. Muito em função da sexta-feira 13 . Na F1, a história começou em 1925, quando o piloto Paul Torchy morreu em uma prova na Espanha após se chocar contra uma árvore utilizando exatamente este número.

Até então, todos consideravam o fato uma infeliz coincidência com o 13. No ano seguinte, porém, em uma prova da Targa Florio, competição automobilística da época, o italiano Giulio Masetti também sofreu um acidente fatal usando o número. Dali em diante, várias competições do automobilismo mundial resolveram abolir o número de seus carros.

Entre as competições da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), a Fórmula 1 é uma das mais supersticiosas. Alguns pilotos admitem que entram ou saem do carro pelo mesmo lado, repetem rotinas em fins de semana de corrida, ou até chegam a superstições mais incomuns, como a mania de Sebastian Vettel de batizar seus bólidos com nomes de mulher a cada nova temporada.

Mas a maior superstição da história da categoria é mesmo a ausência do número 13 . Até poucos anos, a numeração dos carros era determinada pela classificação da equipe no ano anterior. E sempre pulava o 13 da lista.

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Desde o início da temporada de 2014, os pilotos tiveram que escolher um número inicial disponível antes de entrar no seu primeiro Grande Prêmio, carregando esse número ao longo de sua carreira na Fórmula 1. O piloto campeão mundial pode escolher usar seu número permanente ou carro número 1 durante o ano seguinte ao seu título. 

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O número 13 é amaldiçoado no mundo da Fórmula 1. Divina Galica, uma das poucas mulheres na história da modalidade, arriscou usar e acabou fracassando

O campeonato mundial de F1 começou a ser disputado em 1950, mas o número foi utilizado apenas em duas oportunidades em carros da categoria. Nas duas vezes, porém, os pilotos não se deram muito bem. A primeira oportunidade foi com o mexicano Moisés Solana, correndo em seu país natal, em 1963. Por falta de sorte ou não, o piloto abandonou a prova a poucas voltas do fim com problemas no motor. Depois do episódio, ainda correu mais provas na F1, mas resolveu abandonar o famigerado número.

Não bastasse o que aconteceu com o mexicano, a Fórmula 1 ainda viu mais um capítulo com o temido número. E, para aumentar ainda mais a lista de coincidências, a nova tentativa aconteceu exatamente treze anos depois daquele primeiro episódio.

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Desta vez, foi a inglesa Divina Galica que ignorou todo o histórico do número e resolveu arriscar. Nascida em 13 de agosto de 1944, a piloto até tentou correr no GP da Grã-Bretanha de 1976 com o número do dia de seu aniversário, mas não obteve sucesso: não conseguiu sequer se classificar para a corrida.

Desde então, já são quase quarenta anos em que o número está ausente da Fórmula 1. Se altera em algum resultado ou não, é impossível descobrir, até porque nenhum piloto parece estar disposto a mudar a tradição e assumir o 13.

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Divina Galica tentou se classificar para o GP da Grã-Bretanha de 1976 usando o 13, mas não conseguiu


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Porto perde para Famalicão na volta do Campeonato Português

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A volta do Campeonato Português, depois de 87 dias, foi marcada pelo gol de um brasileiro e pelo tropeço do ainda líder. No primeiro jogo da 25ª rodada, o Portimonense, em casa, venceu o Gil Vicente por 1 a 0, gol de Lucas Fernandes, brasileiro de São Bernardo do Campo (SP). E na principal partida desta quarta-feira (3), o líder Porto tropeçou fora de casa e perdeu para o Famalicão por 2 a 1. Com isso, o Benfica, que está na segunda posição a apenas um ponto dos Dragões, poderá recuperar a liderança da Liga Portugal nesta quinta-feira (4), em partida contra o Tondela, 14º colocado, no Estádio da Luz.

A vitória do Famalicão é histórica. O modesto time da região Norte de Portugal não vencia o Porto há 73 anos. Na tabela, o Famalicão, que voltou à primeira divisão depois de 25 anos, subiu para a quinta posição e entrou na zona de classificação para a Liga Europa. Já o Portimonense, mesmo com a vitória, segue na penúltima colocação da tabela. O Gil Vicente está em 10º lugar.

Por conta da pandemia do novo coronavírus (covid-19), que deixou 33 mil moradores infectados e provocou a morte de 1.447 pessoas, as partidas aconteceram com portões fechados ao público e obedecendo protocolos de segurança para evitar o contágio da doença. Nesta quinta-feira, além de Benfica x Tondela, às 15h15min, mais cedo, às 15h, o Marítimo recebe o Vitória de Setúbal. Às 17h15min, no estádio Dom Afonso Henriques, o Vitória de Guimarães enfrenta o Sporting.

Edição: Sergio du Bocage

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Fórmula 1: GP Brasil aguarda nova data após confirmação de 8 etapas

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Apesar de ainda não ter data confirmada, o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 deve fazer parte das próximas corridas oficializadas para 2020. O calendário do campeonato, que iniciaria em março, teve de ser alterado devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19). Na terça-feira (2), foram divulgadas as oito etapas que abrirão a temporada deste ano – todas na Europa, onde a curva de propagação da doença está descendente.

“Os dirigentes da Liberty Media (empresa responsável pela Fórmula 1) consideram que as corridas das Américas serão realizadas, assim como as do Oriente Médio. Eles têm como base que, entre outubro e novembro, a curva da pandemia, como ocorreu na Ásia e Europa, já terá caído o suficiente para garantir a realização dessas etapas”, explica à Agência Brasil o diretor de imprensa do GP Brasil, Castilho de Andrade.

A pandemia afetou 10 provas inicialmente previstas para 2020, sendo quatro (Austrália, Mônaco, França e Holanda) canceladas e seis (Bahrein, Vietnã, China, Espanha, Azerbaijão e Canadá) adiadas. No calendário original, a etapa brasileira, no autódromo de Interlagos, em São Paulo, estava prevista para 15 de novembro.

O artigo 5.4 do regulamento esportivo da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) determina um mínimo de oito etapas para um campeonato ser considerado finalizado. Já o Código Esportivo Internacional da entidade indica que, para ser “mundial”, o torneio deve incluir eventos em pelo menos três continentes durante a mesma temporada. O chefe-executivo da F1, Chase Carey, disse em março projetar um calendário com 15 a 18 corridas, mesmo com o impacto da pandemia.

Com a reformulação no calendário, os organizadores do GP Brasil aguardam a confirmação da nova data para iniciar a venda de ingressos. A liberação de público, porém, depende do que for determinado pelas autoridades sanitárias. A competição será retomada com portões fechados nas duas corridas de Spielberg (Áustria). Já nas duas provas agendadas para o Reino Unido, ambas em Silverstone, a presença de torcedores necessita de um acordo com o governo britânico devido à necessidade de quarentena para entrar no país.

Futuro do GP Brasil

O cenário provocado pelo novo coronavírus impactou também a negociação para renovação do contrato de realização da prova em São Paulo, que vence em 2020. A capital paulista recebe o Grande Prêmio no autódromo de Interlagos desde 1972 – com exceção de 1978 e de 1981 a 1989, quando a corrida foi disputada no Rio de Janeiro.

“As conversas (com a Liberty Media) estão bem avançadas, mas, a pandemia mudou o foco do dirigentes internacionais para refazer o calendário, cuidar das corridas adiadas e canceladas. Os contatos deverão recomeçar quando o novo calendário estiver pronto”, diz Andrade.

São Paulo tem justamente a concorrência do Rio de Janeiro para receber a etapa a partir de 2021. A prefeitura da capital fluminense pretende construir um circuito de F1 em Deodoro, zona oeste do município  A obra, no entanto, depende da aprovação do Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA). De acordo com ambientalistas do movimento SOS Floresta do Camboatá, o terreno que poderá receber o autódromo é considerado o último remanescente de Mata Atlântica de terras baixas no município. Os estudos seriam apresentados e discutidos em uma audiência pública virtual marcada para o último dia 28, mas a assembleia foi suspensa pela Justiça.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Covid-19: Jean, do Cruzeiro, testa positivo e inicia isolamento social

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O volante Jean, do Cruzeiro, testou positivo para o novo coronavírus (covid-19). Em nota oficial, o clube mineiro esclareceu que o jogador está assintomático e já iniciou o período de isolamento social em casa. O atleta foi liberado do treinamento do elenco, realizado hoje (3), no CT Toca da Raposa II, em Belo Horizonte (MG).

Ainda segundo a nota oficial, as atividades foram mantidas no CT pois não houve contato direto de Jean com os outros jogadores do grupo. 

“Jean, como os demais atletas, seguem o protocolo de segurança implantado pelo Departamento Médico do Cruzeiro e não mantém nenhum contato com outros jogadores e membros da comissão técnica durante as atividades no centro de treinamentos do futebol profissional do Cruzeiro”. 

Em Santa Catarina, outro volante, Ralf, novo reforço do Avaí, se apresentou ontem (2) ao novo clube e já começou a treinar. O resultado do exame para covid-19, realizado na semana passada, deu negativo para o novo coronavírus, mas apresentou anticorpos para a doença. De acordo com o Avaí, Ralf teve contato com a covid-19, na forma assintomática, e já desenvolveu anticorpos. Desta forma, pode trabalhar com o elenco normalmente.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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