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Nacional

Sistema de saúde de São Paulo deve ficar cheio em duas semanas

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Hospital de campanha do Pacaembu arrow-options
Redes sociais / Reprodução

Hospital de campanha no Pacaembu terá 200 leitos para pacientes de baixa e média complexidade

O sistema municipal de saúde de São Paulo deve ficar lotado em duas por conta da crise do novo coronavírus (Sars-CoV-2). A previsão é da própria Prefeitura, que, para fazer o desafogamento, vai transferir os casos de baixa e média complexidade para os hospitais de campanha no Anhembi e no Pacaembu .

As unidades de saúde (UPA, UBS, AMAs e hospitais) que precisarem abrir leitos deverão fazer pedidos de transferência de seus pacientes à Central de Regulação de Ofertas e Serviços de Saúde (Cross).

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Essa central vai receber a solicitação e, junto com a Secretaria Municipal de Saúde, vai fazer a logística dos transporte dos pacientes a um dos hospitais de campanha da cidade, ou o do Anhembi ou do Pacaembu. Os pacientes serão transportados já com um leito definido para ficar, mesmo que seja caso suspeito.

A fase inicial de obras do Hospital Municipal de Campanha do Anhembi (HMCamp) será entregue na segunda (6) aos profissionais de saúde para esterilização e verificação da necessidade de mudanças. O primeiro paciente deve chegar na quinta (9).

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Feriado antecipado não contém índice de isolamento ideal em São Paulo

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São Bernardo
Agência Brasil

Taxa de isolamento sobe para 51% no Estado de São Paulo e 53% na capital

O índice de isolamento social no Estado de São Paulo chegou a 51% no sábado, 23, de acordo com dados do Sistema de Monitoramento Inteligente divulgados pelo governo estadual neste domingo. Na sexta-feira, a taxa havia ficado em 48%.

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Na cidade de São Paulo , o índice subiu para 53% ontem, de 49% na sexta-feira. A cidade do Estado com maior taxa de isolamento é São Sebastião, no litoral, com 65%.

O índice ideal de isolamento para conter o avanço do coronavírus é de 70%, de acordo com o governo paulista. O índice aceitável é acima de 55%. Para tentar aumentar o isolamento, nesta segunda-feira (25), o governador João Doria antecipou o feriado de 9 de Julho (Revolução Constitucionalista.

O isolamento social é calculado pelo Sistema de Monitoramento Inteligente (SIMI-SP) do Governo de São Paulo e foi viabilizado por meio de acordo com as operadoras de telefonia Vivo, Claro, Oi e TIM para que se possa consultar informações agregadas sobre deslocamento no Estado. A central de inteligência analisa os dados de telefonia móvel para indicar tendências de deslocamento e apontar a eficácia das medidas de isolamento social.

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Nacional

Brasil registra maior número de mortes por Covid-19 no mundo em 24 horas

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Cemitério da Vila Formosa
Reprodução/Washington Post

Cemitério da Vila Formosa, em São Paulo

Com 653 mortes nas últimas 24 horas, o Brasil chega a 22.666 mortes causadas por Covid-19 . Trata-se do maior número de mortes registradas hoje (24) em qualquer lugar do mundo. O número de infectados pela doença vai a 363.211, com 15.813 novos casos.

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O Ministério da Saúde afirma que 149.911 pacientes já se recuperaram da Covid-19, enquanto outros 190.634 estão sendo acompanhados.

São Paulo é o estado mais afetado, com 6,1 mil mortes por Covid-19 e 82 mil casos confirmados da doença. O Rio de Janeiro é o segundo estado com mais casos, com 3,9 mil mortes e 37,9 mil confirmados. Por fim, o Ceará é o terceiro estado mais afetado, com 2,3 mil mortes e 35,5 mil casos de Covid-19.

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Nacional

Perfil anti-fake news ganha adesão e incomoda Planalto

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Fake News
Allan White/ Fotos Públicas

Sleeping Giants Brasil tenta combater fake news no Twitter e no WhatsApp

Em apenas cinco dias de atividade – de segunda à sexta-feira passada -, o perfil do Twitter Sleeping Giants Brasil, de ação anti-fake news, ganhou mais de 215 mil seguidores e obteve a cooperação de pelo menos 35 empresas de renome. O sucesso foi registrado em post da versão original da iniciativa, vinda dos Estados Unidos, quando foram atingidos 68 mil seguidores: “Nos quase levou um ano para chegar a esse resultado”. O site incomodou o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o secretário de Comunicação do governo federal, Fábio Wajngarten.

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O modo de atuação é simples: eles verificam que anúncios estão sendo alocados – por meio de uma ferramenta publicitária do Google – em sites de fake news. É então feito um alerta às empresas anunciadas, que muitas vezes só especificam qual perfil demográfico de leitor querem atingir e não sabem que sua propaganda foi parar em um portal de notícias falsas. A companhia, então, informada do que está acontecendo, cadastra o endereço indesejado em uma lista negra, para que sua propaganda não seja exposta lá.

A prática é chamada de “desmonetização”, já que o site colocado nessa lista fica sem a verba do anunciante. Se muitas empresas desmonetizam o mesmo portal, ele passa a ser financeiramente insustentável.

A estratégia foi primeiro adotada pelo publicitário americano Matt Rivitz – do Sleeping Giants original – há mais de três anos, e foi responsável pela perdição financeira do Breitbart News, de Steve Bannon. Projetado para receber € 8 milhões (quase R$ 50 milhões), em 2016, ele perdeu 90% dos anunciantes, segundo o que o próprio ex-estrategista de Donald Trump relata no documentário The Brink, de 2018.

Com a identidade revelada por veículos conservadores, Rivitz recebeu ameaças de morte.

A versão brasileira do perfil nasceu tanto no Twitter como no Facebook – em duas equipes anônimas independentes – logo depois da publicação de uma reportagem do El País que conta a história de Rivitz. “Não houve qualquer coordenação”, escreveu ao jornal O Estado de São Paulo o responsável pela conta no Facebook.

Ele afirmou que o perfil no Twitter estava disponível e foi tomado enquanto ele criava a versão no Facebook. Ou seja, a ação de ambos foi simultânea. “Já estava lá essa outra iniciativa, que é ótima, por sinal. Já entrou com muita informação. Então, devidamente creditada, ela foi replicada no Facebook.”

Já o perfil no Twitter é gerido por duas pessoas e recebe ajuda por mensagens e em uma rede de confiança no WhatsApp. O principal administrador disse ser oriundo de universidade pública, onde passou a se interessar pelo tema de fake news. Questionado sobre como os alvos são selecionados, respondeu: “Utilizamos o incrível material que as agências de fact cheking desenvolvem. Buscamos sempre ter como foco o principal veículo que atente contra a democracia”.

Retirada. O primeiro alvo de desmonetização foi o Jornal da Cidade Online, um dos veículos mais populares nas eleições de 2018 e citado como disseminador de informações falsas pelo Projeto Comprova – coalizão de 24 veículos de imprensa, incluindo o Estado de São Paulo, criada para desmentir boatos.

“Excluímos o site em questão que está sendo acusado publicamente de propagar inverdades”, informou o Mercado Livre ao Estadão. A empresa foi uma das alertadas pelo Sleeping Giants Brasil. “O Mercado Livre esclarece que mantém filtros para bloqueio automático de sites que propagam conteúdo impróprio. No que se refere à veiculação de notícias falsas, às quais repudiamos veementemente, os bloqueios podem também ocorrer de maneira reativa a partir de denúncias, analisadas caso a caso”, afirma a nota da empresa.

O Sleeping Giants Brasil também retuitou a resposta oficial – confirmando a desmonetização do Jornal da Cidade Online – das empresas McDonald’s, Decathlon, Serasa, Philips, Fast Shop, Claro, Insper, FGV, Dell, Submarino, entre outras. O Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul fez o mesmo.

O Jornal da Cidade Online classificou a ação do Sleeping Giants Brasil de “calúnia” e disse que “imprecisões” em notícias foram, posteriormente, corrigidas. “O crime de calúnia tem que ser a atribuição falsa de algo que seja crime a uma pessoa física especificada, com a intenção de ofender a reputação dessa pessoa”, disse ao Estadão o criminalista Rogério Taffarello. “Narrar um fato com a mera intenção de informar não constitui crime, e isso é algo totalmente pacífico nos tribunais.”

Críticas

Os grandes defensores do portal de fake news foram Carlos Bolsonaro e Wajngarten. Ambos têm vínculos com o “gabinete do ódio”, núcleo de assessores responsáveis pelas redes sociais da Presidência que defendem a pauta de costumes e incentivam a adoção de um estilo beligerante.

Carlos e Wajngarten reclamaram quando o Banco do Brasil retirou seus anúncios do Jornal da Cidade Online, a ponto de conseguir reverter a decisão. O filho de Bolsonaro escreveu em suas redes sociais que a instituição “pisoteia em mídia alternativa que traz verdades omitidas”. Em seguida, a área de marketing do BB, comandada por Antonio Hamilton Rossell Mourão, filho do vice-presidente Hamilton Mourão, alegou que o bloqueio foi exagerado e retomou os anúncios.

“As mídias alternativas são veículos independentes que contribuem para a informação”, afirmou ao Estadão o responsável pelo Sleeping Giants Brasil no Twitter. “Os sites como o que ele defende são nada mais nada menos que divulgadores de notícias falsas e discurso de ódio direcionado a instituições importantes para uma democracia.”

A International Fact Checking Network (IFCN), associação mundial de verificadores de fatos, afirmou que “esses grupos de interesse têm um forte papel na conscientização da sociedade em relação a esses grupos que desinformam o público e constroem um discurso controverso”. “A desinformação está cada vez mais entrelaçada com discurso de ódio, xenofobia e discriminação contra comunidades desfavorecidas”, disse o diretor da IFCN, Baybars Örsek.

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