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UNEMAT APROVA CALENDÁRIO ACADÊMICO E RETOMADA DAS AULAS PRESENCIAIS A PARTIR DE 2022

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A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) aprovou nesta terça-feira (16) o calendário acadêmico para o ano de 2022 e também a retomada das aulas presenciais a partir do próximo ano. A decisão foi tomada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Conepe), que se reuniu nesta terça-feira para discutir diferentes assuntos da Universidade.

Pelo Calendário Acadêmico aprovado, o primeiro período letivo de 2022 tem início no dia 3 de fevereiro, com a retomada das atividades pedagógicas, mas as aulas começam no dia 21 de fevereiro e se estendem até o dia 8 de julho. O início das aulas do período letivo 2022/2 será no dia 1º de agosto e o encerramento do período letivo será em 14 de dezembro.

Os conselheiros do Conepe também aprovaram a resolução que dispõe sobre a oferta dos componentes curriculares a partir de 2022, com a suspensão da Resolução nº 028/2020-Conepe que estabelecia a oferta dos componentes curriculares por meio de tecnologia de informação, meios digitais e demais modalidades remotas , de forma emergencial por conta da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19).

Com essa decisão, os componentes curriculares serão ofertados em conformidade com os respectivos projetos pedagógicos dos cursos, assegurando a centralidade na relação docente e discente. A resolução prevê ainda que as condições de segurança sanitária da comunidade acadêmica serão reguladas em uma Instrução Normativa.

Além disso, os conselheiros deliberaram que os acadêmicos que não se matricularem em nenhum componente curricular permanecerão com vínculo ativo durante os períodos letivos de 2022/1 e 2022/2.

O reitor da Unemat, professor Rodrigo Bruno Zanin, destacou que a Universidade está atenta ao andamento da pandemia da Covid-19 e busca sempre garantir as melhores condições para o desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão. “Neste momento, consideramos importante prever o retorno das nossas atividades aulas na presencialidade, e mais que isso, temos que ter empatia para receber nossos alunos, professores e servidores com toda a segurança necessária para irmos avançando, da mesma maneira que já havíamos retomado outras atividades presenciais.”, avalia.


Assessoria de Comunicação – Unemat

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Vereador Elias Bueno ganha mais uma do ex-prefeito João Batista Vaz da Silva- CEBOLA

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O ex-prefeito João Batista Vaz da Silva, ingressou com AÇÃO DE REPARAÇÃO DE DANO EM RAZÃO DE PUBLICAÇÃO OFENSIVA EM REDE SOCIAL em face do vereador Elias Bueno com pedido de indenização (sugere R$ 30 mil).

A medida foi provocada a partir de publicações em redes sociais de cunho ofensivo patrocinado pelo vereador Elias Bueno, a qual atrelou o nome do Ex-prefeito João Batista Vaz da Silva em supostas práticas de corrupção e malversação do dinheiro público, dentre eles, desvio de verbas públicas destinadas ao enfretamento da pandemia por COVID-19 no município. Em decorrência disso, o ex-prefeito afirma ter sofrido danos morais que repercutiram negativamente em sua esfera íntima por conta dos vídeos divulgados pelo vereador.

Em sua defesa, o vereador Elias Bueno confirmou a veiculação do conteúdo nas redes sociais, relatando que apenas exerceu o direito de vigilância das contas públicas em razão de sua atuação como vereador da cidade, gozando de imunidade parlamentar por suas opiniões e votos. A  divulgação de dados financeiros sobre o enfrentamento a pandemia, sugerindo o desvio de verbas destinadas ao combate pelo então ex-prefeito da cidade não são suficientes para afrontar a honra e integridade moral de quem ocupava um cargo público como ex-gestor da cidade. Não podemos esquecer  que quem age em nome da coletividade, deve renunciar de parte de sua intimidade, para submeter-se á opinião pública. Este é um encargo a ser suportado para aqueles que queiram figurar em qualquer cargo público.
O dano moral é um instituto que deve ser utilizado com moderação, não podendo abraçar indenizações por qualquer problema que as pessoas tenham na vida pública, o que é a situação relatada nos autos.
Diante do exposto e por tudo mais que consta nos autos o Juiz Robson Adriano Machado julgou  IMPROCEDENTES os pedidos de indenização por danos morais propostos pelo ex-prefeito João Batista Vaz da Silva.
CONFIRA NA INTEGRA:  SENTENÇA EX PREFEITO CEBOLA

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A procuradora geral de Nova Xavantina doutora Bruna Toledo permanecerá  afastada por mais 60 dias do cargo

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A procuradora foi denunciada por, supostamente, ter cometido várias irregularidades, o  que culminou com a abertura do Processo Administrativo Disciplinar 001/2021.

 Nesta quarta-feira, 24, foi publicado a portaria nº 1961/2021, que consta o afastamento preventivo, por mais 60 (sessenta) dias serviço do cargo a servidora pública Bruna Garcia Toledo, com vigência a partir da publicação.

A Comissão de Processo Administrativo Disciplinar composta pelos seguintes funcionários públicos: Anilton Silva de Moura, Enfermeiro, Viviam Vivas Lins, Professora, Perillo José Sabino Nunes, Biólogo, protocolou junto ao município no último dia 18 de Novembro de 2021 o  ofício de n°009/2021, que prevê ‘medo” por parte das testemunhas num possível retorno da Dra Bruna Toledo.

 “…prevendo pelos documentos do processo uma provável interferência na coleta dos documentos e intimidação das testemunhas, pela facilidade de acesso aos documentos e medo de servidores envolvidos, se a Dra. Bruna retornar, decidimos manter o afastamento pelo prazo da lei, com início após o fim do prazo da decisão que
decidiu pelo afastamento atual”. (Ofício 802/2021)

Considerando os princípios basilares estatuído na Constituição Federal da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; Considerando, finalmente, que a autoridade que tiver ciência de possíveis irregularidade no serviço público é obrigado a promover a sua imediata apuração, garantindo ao acusado a ampla defesa e contraditório e conforme determina o artigo 5º LV da Constituição Federal de 1988.

 

CONFIRA A PORTARIA NA INTEGRA: PORTARIA 19612021 BRUNA TOLEDO DIÁRIO OFICIAL

A procuradora geral de Nova Xavantina doutora Bruna Toledo foi afastada do cargo

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POLÍCIAL CIVIL ACUSADO DE VIOLAR PRERROGATIVA TEM PROCESSO EXTINTO JÁ QUE FOI RECONHECIDA A ILEGITIMIDADE PASSIVA NA COMARCA DE NOVA XAVANTINA.

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Foi julgado neste dia 17 em nova Xavantina o processo contra o polícia civil Sr. Lusney Acusado de prerrogativas contra a advogada Dra Dangella  Moreira  onde o  processo foi extinto já que foi reconhecida a ilegitimidade passiva. Segue em anexo a sentença do processo.

SENTENÇA LUSNEY (1)

ENTENDA O CASO

Matéria públicada pelo site  de Notícias O Roncador

Na última quinta-feira(22), um fato isolado de um policial civil violou as prerrogativas de direito da advogada Dra. Dângella Moreira, do escritório Moreira Advocacia, determinando situações humilhantes e vexatórias na frente de seu cliente, situações está que a mesma preferiu não relatar.

Ocorre que por estar sozinha e sem amparo, se sentiu impossibilitada de gravar o ocorrido, momento que ao sair da delegacia ligou para o Presidente da Subseção de Nova Xavantina, que de prontidão acionou o Presidente Nacional da OAB Dr. Leonardo Campos, que ao saber da violação das prerrogativas da classe, foi diretamente a Agua Boa para informar e representar o policial civil em questão para o Delegado Regional, tomando assim todas as medias cabíveis contra o policial civil.

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