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Mato Grosso

Vereador Valtinho visita viveiro municipal de Vila Rica

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No dia 24 outubro de 2019, o vereador Valtinho (DEM) de Nova Xavantina-MT, em uma viagem realizada ao estado do Pará para um encontro ambiental, aproveitou para fazer uma parada no município de Vila Rica-MT (603 km de Nova Xavantina) e conhecer o Viveiro Municipal da Cidade. O mesmo relatou para o site “O Roncador” a experiência proporcionada por esse momento.

O Viveiro Municipal de Vila Rica é responsável por produzir milhares de mudas todos os anos de várias espécies nativas para o reflorestamento, produção de árvores frutíferas e plantas ornamentais para o embelezamento dos canteiros e praças da cidade. O principal objetivo é incentivar o plantio de árvores, visando a conservação de Áreas de Preservação Permanente em propriedades de pequenos e grandes produtores.

As mudas são distribuídas gratuitamente para a população de Vila Rica, basta fazer a solicitação na Secretaria da Agricultura.

Só no ano passado (2018) foram produzidas e distribuídas cerca de 157 mil mudas. No momento da visita do vereador Valtinho, pôde-se verificar que havia mais de 50 mil mudas prontas para distribuição.

“É um serviço muito bonito da prefeitura municipal da cidade de Vila Rica está prestando e desenvolvendo pra sua população. É o prefeito municipal colaborando com o meio ambiente. Parabéns ao prefeito, muito bonito seu trabalho”, disse o vereador Valtinho.

Viveiro Municipal de Vila Rica-MT. Foto: Vereador Valtinho.

Entrevista com Zequinha, encarregado pelo Viveiro Municipal de Vila Rica-MT

– Vereador Valtinho: “Boa tarde Zequinha. Como vocês fazem a distribuição dessas mudas aos pequenos produtores?”

–  Zequinha: “Essas mudas são distribuídas através de nós aqui, são todas doadas, não tem custo de nada, pra pequenos APP’s (Áreas de Preservação Permanente) reflorestamento dos pequenos produtor”.

– Vereador Valtinho: “Vocês entregam a muda, faz o acompanhamento dos plantios?”

–  Zequinha: “Sim, tem acompanhamentos com os técnicos, o próprio secretário que anda muito, eu também que sou o encarregado ando muito também, ajudo a ta fiscalizando.”

– Vereador Valtinho: “E na cidade, é utilizado as mudas para reflorestamento?”

–  Zequinha: “Sim, todas as mudas dos canteiros municipal de Vila Rica saíram daqui do viveiro. Nós mesmos que vamos lá e planta, molha o ano todo.”

– Vereador Valtinho: “O prefeito da o apoio correto pra vocês trabalharem aqui?”

–  Zequinha: “Sim, o prefeito da nota 10. Ta acompanhando todo mundo no serviço e dando oportunidade pra gente ta fazendo esse tipo de serviço.”

Confira o vídeo com a entrevista.

Viveiro em Nova Xavantina-MT

Existe no município de Nova Xavantina uma estufa e uma casa de sementes construído por meio de trabalho voluntário e por doações de empresários do município, dentro do Centro Informações Turísticas da Cidade (CIT), durante a administração do ex-prefeito Gercino Caetano. O local é utilizado por alunos e professores da UNEMAT (Campus de Nova Xavantina)  para realização de pesquisas e  trabalhos desenvolvidos pelas disciplinas dos cursos do Campus.

De acordo com o vereador Valtinho ao lado do CIT existe um terreno disponível para construção de um viveiro municipal e que mais de 35 mil reais do fundo municipal do meio ambiente foram deixados pela administração do ex-prefeito Gercino Caetano para isso.esse fim, entretanto, esse dinheiro foi gasto com a compra de mudas para a plantação em 5 áreas verdes da Cidade, bem como, que o atual administrador João Cebola se comprometeu em realizar o fechamento da área e a construção do viveiro (o que ainda não foi feito)

Estufa do Viveiro Municipal de Nova Xavantina. Foto: Vereador Valtinho

Casa para guardar sementes do Viveiro Municipal de Nova Xavantina. Foto: Vereador Valtinho

Estufa do Viveiro Municipal de Nova Xavantina. Foto: Vereador Valtinho

Área verde do município de Nova Xavantina. Foto: Vereador Valtinho

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Multiplicadores em Educação Ambiental despertam consciência em municípios de Mato Grosso

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O impacto que uma pequena atitude ambiental pode causar em uma comunidade é o princípio da linha de pensamento dos projetos elaborados no curso de “Formação de Multiplicadores em Educação Ambiental”, seja no ato de plantar uma árvore ou na separação do lixo reciclável.

Em 2019, a Superintendência de Educação Ambiental da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) capacitou 156 profissionais, em Jaciara, Sinop, Tangará da Serra e Barão de Melgaço, resultando em 29 projetos apresentados e executados.

A etapa final do curso é a elaboração de projetos sociais que reproduzam os conceitos da Agência Ambiental da Administração Pública (A3P), despertando assim a consciência ecológica na população local. Entre os projetos criados no ano passado que se destacaram estão o Revolução e o Reciclando Vidas.

O projeto Revolução foi criado no município de Jaciara e consiste na arborização de praças públicas frequentadas pela população, visando a integração social, o bem-estar e qualidade de vida da população.

“Com a arborização da praça Irmão Nascimento, em Jaciara, eu pude entender que a educação ambiental é praticada em pequenos gestos no dia a dia. É uma semente que temos que disseminar, foi importante para refletir e rever meus atos em relação ao meio ambiente, e poder contribuir mais na preservação e conservação ambiental”, destacou Natalia Silva, fiscal de Meio Ambiente. 

Em Sinop um grupo elaborou o projeto “Reciclando Vidas”, que despertou o interesse de muitas crianças e adolescentes, aderindo 17 unidades escolares com intuito de realizar a coleta de materiais recicláveis nas escolas, trabalhando a educação ambiental e financeira dos alunos.

“A ideia principal do curso de multiplicadores é que os cursistas que estão sendo formados possam observar a realidade do município e assim identificar problemas e após essa identificação consigam criar resoluções para esses problemas através dos projetos, priorizando a necessidade local” ressaltou Alexandre Soledade, analista de meio ambiente.

As equipes pedagógicas das escolas foram capacitadas para ministrar palestras, orientar os alunos sobre a importância da reciclagem e conduzi-los na troca de materiais recicláveis por cédulas fictícias, que servirão para compra de produtos de papelaria, brinquedos e variedades.

“As crianças foram orientadas sobre os tipos de materiais que podem ser reciclados, e a cada cinco item de materiais recicláveis que a criança leva até a escola, ela recebe um Sinopinho real que serve como moeda de troca na loja montada pela Secretaria Municipal de Educação em Sinop”, afirmou Ivete Mallmann Franke, a Secretaria municipal de meio ambiente.

A economia financeira foi um dos pontos trabalhados, explicou Ivete. “Para comprar algum item da loja, a criança precisa fazer cálculos, aprender a poupar e economizar de acordo com o recurso que possui. Muitos produtos que são considerados resíduos podem gerar renda”, destacou.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Fapemat vai desenvolver ferramentas tecnológicas para Segurança Pública

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O secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante e o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), Adriano Silva, formalizaram nesta terça-feira (18.02) uma parceria para o desenvolvimento de produtos tecnológicos utilizados pelas forças de segurança do Estado. Ao todo, seis editais estão abertos e o investimento total será de R$ 1,3 milhão.

O investimento vai gerar uma economia de quase R$ 19 milhões aos cofres públicos. Caso desenvolvesse uma destas ferramentas por meio da iniciativa privada, o Estado desembolsaria aproximadamente R$ 20 milhões.

Uma das ferramentas é a criação de um sistema de gerenciamento dos equipamentos de serviço do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) em tempo real. Outro, é para um aplicativo de celular para a Polícia Judiciária Civil (PJC) que possibilita que o policial civil tire fotos em 3D de objetos encontrados no momento da ocorrência, especificando cor, tamanho, peso, volume, forma, etc.

Um terceiro edital prevê a criação de uma ferramenta que analisará a base de dados estatística da Polícia Militar e conseguirá prever possíveis ocorrências futuras. O projeto piloto será desenvolvido apenas na região central de Cuiabá e, dependendo do sucesso da iniciativa, pode se expandir para outras regiões da cidade e, consequentemente, do estado.

Outros projetos também preveem a criação de uma plataforma interligando todos os sistemas da Secretaria de Segurança Pública (Sesp) e das forças de segurança do Estado. Além disso, a criação de um sistema de requisições e laudos da Politec, com a finalidade de informatizar os processos e deixá-los 100% online.

“É como se você fabricasse o sapato para o seu próprio pé: a academia será a fábrica e eu direi se o sapato está adequado ou não”, exemplificou o secretário de Segurança Pública, Alexandre Bustamante. O titular da pasta acredita que é o momento de o Estado investir menos na iniciativa privada e mais em instituições. Além disso, a parceria também irá valorizar o conhecimento científico de pesquisadores mato-grossenses.

“É uma experiência que estamos apostando muito, porque afinal de contas, você traz a academia para ajudar o Estado, primeiro diminuindo custos e segundo, desenvolvendo produtos com a chancela do Estado. Por isso, a Fapemat vem ajudar a gente nisso: sendo uma interlocutora entre as diversas universidades do estado com a área de segurança. Eu tenho certeza no sucesso desta iniciativa, que além da área de segurança também se desdobrará para outras secretarias”, pontuou Bustamante.

Em Mato Grosso, há quase 2 mil professores doutores, segundo a Fapemat. Além disso, o Estado possui uma grande demanda por produtos e serviços que podem ser desenvolvidos por estes profissionais. É o que defende o presidente da Fapemat, Adriano Silva.

“Nós estamos encurtando essa relação pesquisadores e Estado. E quero parabenizar o secretário Alexandre Bustamante e a equipe da Sesp que acreditou nesta parceria, que está sendo desenvolvida desde o ano passado e que resultará no benefício da sociedade”, disse Adriano Silva.

Modelo cearense

Durante a reunião, Bustamante relembrou do modelo de tecnologia para a atividade policial praticado no Ceará, que ele teve acesso durante reunião do Colégio Nacional de Segurança Pública (Consesp), realizada em Fortaleza em maio do ano passado. O modelo de parceria entre Segurança Pública cearense e Universidade Federal do Ceará foi o que inspirou o secretário da Sesp a buscar na Fapemat uma alternativa aos produtos comercializados na iniciativa privada.

“Este é o momento de o Estado olhar mais para as instituições como celeiro de produtos e serviços. Ele não pode simplesmente ficar refém da iniciativa privada”, finalizou Bustamante.

Editais

Os seis editais já estão abertos e também podem ser acessados pelo site da Fapemat. Confira:

Edital FAPEMAT Nº. 001 /2020 Segurança Pública – Corpo de Bombeiro Militar
Edital FAPEMAT Nº. 002/2020 Segurança Pública – Policia Judiciaria Civil
Edital FAPEMAT Nº. 003/2020 Segurança Pública – STI
Edital FAPEMAT Nº. 004/2020 Segurança Pública – STI
Edital FAPEMAT Nº. 005/2020 Segurança Pública – POLITEC
Edital FAPEMAT Nº. 005/2020 Segurança Pública – POLITEC

Fonte: GOV MT

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Educadores discutem melhorias para escolas indígenas de Mato Grosso

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Cerca de 200 profissionais da educação estão reunidos em Cuiabá para discutir melhorias para a educação escolar indígena, tanto no âmbito pedagógico, como também no administrativo, financeiro e de infraestrutura. As discussões estão sendo feitas durante o Encontro de Diretores das Escolas Estaduais Indígenas de Mato Grosso, realizado pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc), no Hotel Fazenda Mato Grosso.

O evento segue durante toda a semana (de 17 a 21.02) e conta com a participação dos diretores das 71 escolas indígenas da rede estadual, assessores pedagógicos, formadores dos 15 polos dos Centros de Formação e Atualização dos Profissionais da Educação (Cefapro), além de lideranças indígenas de diferentes povos.

O encontro visa aperfeiçoar a qualidade do atendimento nas escolas indígenas, superar as dificuldades encontradas nas atividades realizadas pelos diretores e proporcionar, aos mesmos, diferentes possibilidades de melhoria de sua atuação.

Conforme destacou a secretária de Estado de Educação, Marioneide Kliemaschewsk, o encontro está debatendo vários temas, mas o foco principal é subsidiar toda a comunidade indígena com conhecimentos necessários para o bom desenvolvimento das práticas pedagógicas em sala de aula.

“O objetivo é fazer com que esses gestores consigam dinamizar o processo de gestão escolar, tendo como foco principal a melhoria dos resultados pedagógicos”, observa a secretária. 

O coordenador da Educação Escolar Indígena da Seduc, Sebastião Ferreira de Souza, explica que o tema do encontro foi dividido em quatro eixos principais. O primeiro é o de infraestrutura, abordando a estrutura e manutenção das escolas, materiais e equipamentos, além do repasse da verba emergencial.

O segundo eixo é o administrativo, que tem como foco a organização escolar, o qual inclui o calendário escolar, registros e escriturações escolares, matriz, formação de turmas e sistema. Outro eixo abordado é o formativo, que destaca o planejamento financeiro da escola, com prestação de contas, tanto de recurso estadual como federal, e gestão patrimonial.

O quarto eixo concentra nas normas e legislação do sistema de ensino e as resoluções específicas da educação escolar indígena.

“Esse é um evento de extrema importância para a modalidade de educação escolar indígena, porque traz várias orientações e esclarecimentos aos novos diretores e assessores pedagógicos dessa especificidade, tanto na questão administrativa quanto pedagógica”, complementa Marioneide Kliemaschewsk. 

Para o presidente do Conselho Estadual Escolar Indígena, Filadelfo de Oliveira Neto, o evento ocorre em um momento importante, que é o início do ano letivo. Os gestores precisam dessa formação para acompanhar a política de educação escolar indígena da Seduc.

“Para nós, discutirmos a educação indígena, juntamente como o órgão mantenedor, que é a Seduc, é fundamental, pois precisamos desse apoio e de alternativas que avancem no processo educacional. Com essa iniciativa percebemos que toda a equipe da Seduc tem se esforçado bastante para que a educação escolar indígena, de fato, possa mudar de cenário e avançar no Estado”, destacou.

Durante o encontro estão sendo repassadas aos gestores, orientações sobre a implementação do Documento de Referência Curricular de Mato Grosso (DRC/MT) e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

O encontro é uma realização da Seduc, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), por meio do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Fonte: GOV MT

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