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Esportes

Vidal, do Barcelona, revela desejo de jogar no Flamengo um dia: “Grande torcida”

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Vidal em campo pelo Barcelona
AS.com

Vidal em campo pelo Barcelona

A torcida do Flamengo tem atraído fãs ao redor do mundo. Volante do Barcelona
e da seleção chilena, Arturo Vidal é um deles. Amigo de brasileiros como Rafinha, Douglas Costa e Renato Augusto, o jogador reiterou o desejo de atuar no Rubro-Negro, em entrevista para a DirectTV. 

“Eu amo o futebol brasileiro
e gostaria de jogar naquele país algum dia. Gostaria de jogar no Flamengo
, que é um time de apaixonados como eu, que tem uma grande torcida, que ama o futebol como eu,” declarou Vidal
.

Leia também: Apalavrado com o Flamengo, Rafinha anuncia despedida do Bayern de Munique

Em 2018, ainda no Bayern de Munique
, o volante da seleção chilena havia revelado o desejo de atuar pelo Rubro-negro em algum momento da carreira – que surgiu após conhecer o Maracanã, na Copa do Mundo de 2014.

“Eu estive no Maracanã na Copa de 2014, seria lindo estar lá com a torcida do Flamengo. Sim, eu gosto disso (calor da torcida). Espero poder jogar no Flamengo, seria um sonho”, disse Vidal
em entrevista ao ‘Canal Pilhado’.

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Esportes

Flexibilização na capital do Rio prevê volta do esporte

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Os centros de treinamento das equipes de futebol podem voltar a funcionar na cidade do Rio de Janeiro. Por decreto, que será publicado na próxima terça (2), a Prefeitura começa plano de seis fases para reabrir as atividades no Rio. Na primeira etapa, os CTs já estão autorizados a retomar as atividades, mas sem a presença de público e da imprensa. Além disso, atividades esportivas no calçadão das praias estão liberadas. No mar, o surfe e qualquer outra prática individual também pode recomeçar.

A ideia do prefeito Marcelo Crivella é avançar de fase a cada 15 dias, após avaliar os leitos hospitalares diante dos próximos números de casos do novo coronavírus (covid-19). Na segunda etapa deste processo está prevista a volta dos jogos, mas com portões fechados. Em julho, na terceira etapa, o público até pode voltar aos estádios, mas ocupando apenas 33% dos lugares disponíveis nas praças esportivas.

O Maracanã, por exemplo, poderia receber 22 mil torcedores para acompanhar uma partida. O Campeonato Carioca está parado desde meados de março e os clubes divergem quanto à volta da competição. O Ministério Público também fez uma recomendação contrária à Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) e à própria Prefeitura quanto ao retorno do futebol neste momento.

A Secretaria de Estado de Saúde divulgou, no fim da tarde desta segunda (1), que o Rio registra 54.530 casos de coronavírus, com 5.462 mortes. A capital lidera o número de infectados pela doença, com 30.014 casos e 3.671 óbitos.

Edição: Fábio Lisboa

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Esportes

Dois brasileiros estão no top 5 de estrangeiros da Champions masculina

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O levantador Bruninho e o líbero Serginho estão entre os cinco melhores estrangeiros que atuaram na Champions League masculina de vôlei, divulgou a Confederação Europeia de Vôlei.

Atual jogador do Taubaté, Bruninho, que ficou na quinta posição, participou do torneio por dois times da Itália, Modena e Civitanova. Ele foi campeão com o segundo, em 2019. Já o líbero, recém-aposentado e que ficou em terceiro na relação, disputou cinco temporadas no Velho Continente, todas defendendo o Piacenza, também da Itália. O brasileiro foi vice-campeão europeu na temporada 2007/2008.

Contatado pela Agência Brasil, Serginho expressou sua alegria com a escolha: “Fico honrado com essa homenagem. Ainda mais depois do anúncio da minha aposentadoria, ser lembrado assim, entre os melhores do mundo, melhores da Champions, que reúne grandes atletas do voleibol mundial, é uma alegria muito grande. Ver outros brasileiros ao meu lado nesta lista também é uma satisfação. O Bruno, a cada dia confirma que é um dos melhores jogadores do mundo na atualidade, por isso faz parte desta lista também”.

O levantador também falou à Agência Brasil, destacando a qualidade do colega brasileiro: “Muito feliz e honrado por estar entre esses grandes do esporte! Mas o Serginho deveria estar no número 1! Mito. Melhor de todos”.

Completaram a lista três jogadores norte-americanos, o oposto Clayton Stanley (quarto colocado), o levantador Lloy Ball (segundo) e o ponta/oposto Matt Anderson (primeiro). A eleição dos melhores foi feita através dos votos de três técnicos: Roberto Piazza, Stelian Moculescu e Mark Lebedew.

Edição: Fábio Lisboa

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Esportes

Verônica Hipólito, multicampeã paralímpica, lança projeto Naurú

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Durante o isolamento social devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19), a velocista Verônica Hipólito, de 23 anos, lançou um projeto audacioso para ajudar atletas paralímpicos, em início de carreira, que buscam o alto rendimento no esporte . Batizada de “Time Naurú” – na língua tupi guarani o termo “naurú” significa bravo, herói, guerreiro – a iniciativa veio a público ontem (31) por meio de um vídeo publicado pela própria atleta na conta oficial do projeto no Instagram. 

“O nome é forte, fácil e tem tudo para ‘pegar’. Tínhamos outras opções, mas nenhuma delas tinha tanto significado. Esse termo naurú tem identidade, vem lá das nossas raízes indígenas. Naurú não tem gênero, é para todos. Consegue juntar tudo aquilo que a gente projeta para a nossa equipe”. 

A velocista explicou a importância de um projeto específico para abraçar as minorias. “No início, queria ter um time para competições. Mas, depois, lembrando das dificuldades que eu passei com gestores no meu início de carreira, me dei conta de que se eu –  mesmo sendo campeã mundial, medalhista paralímpica, campeã parapan-americana, e recordista das Américas – tive que passar por isso, os outros devem ter problemas muito maiores. Comecei a conversar com as pessoas e achei muitas histórias de abusos e assédios. Daí caiu a minha ficha. O esporte não é isso. Ele deve ser algo para mudar o mundo dessas pessoas”.

 

 
 
 

 
 
 
 
 

 
 

 
 
 

O primeiro passo de um grande sonho. Vamos fazer história ! Obrigada @otd_oficial

Uma publicação compartilhada por Naurú (@timenauru) em 31 de Mai, 2020 às 2:57 PDT

 

Além da própria Verônica Hipólito, fazem parte da equipe os paratletas Felipe Gomes, Gabriela Mendonça, Washington Júnior, Viviane Ferreira, Fabrício Júnior e Davi Wilker. Um grupo vitorioso, que soma 30 medalhas em Parapans, 14 em Mundiais e nove conquistas em Paralimpíadas. 

“E contando … Porque ainda teremos muitas pela frente. Muita gente ainda vai entrar nessa equipe com a gente. Mas, é importante destacar que, para todos nós, os valores são muito mais importantes do que qualquer medalha. O Time Naurú levanta várias bandeiras. Não aceitamos transfóbicos, xenofóbicos e racistas. O nosso time tem a maioria de negros, de mulheres, e  pluralidade de religiões. Nossos atletas têm que ser plurais, têm que ter valores que batem com os nossos. São os valores do esporte”, afirmou a idealizadora no vídeo. 

Segundo a corredora, a iniciativa é dividida em três pilares: saúde, educação e esporte. “Sem saúde a gente não consegue fazer nada. A educação é vital também. Todo mundo tem aquele professor responsável pelas primeiras lições de vida. E o esporte. Esses três pilares juntos conseguem movimentar o mundo. Saúde, educação e esporte de qualidade podem dar uma vida melhor para todos. Inclusive,  para as pessoas das comunidades mais carentes. A [equipe] Naurú está chegando para trabalhar para termos cada vez esses pilares mais fortes na nossa sociedade”.

A paratleta faz questão de participar de todas as etapas do projeto, mas destaca que o Time Naurú tem várias outras equipes trabalhando junto. “Estou participando de tudo, de cada passo. Mas sei que as pessoas da nossa equipe são especiais. O meu amigo André Nogueira, o técnico Luiz Maceió e muitos outros. Tenho uma cabeça meio maluquinha. Mas ninguém vai tirar de mim essa vontade de mudar o mundo para melhor. E com todos eles eu acredito que a gente vai conseguir mudar o mundo do esporte. Estamos preparados para voar como diz o nosso slogan”.

Buscando não restringir as ações do projeto somente ao estado de São Paulo, o Time Naurú  tem também um plano de ações sociais, voltadas ao esporte de base. “Vamos implantar em um futuro próximo o ‘Time Naurú Jr.’. Vai ter também torcida personalizada do Time Naurú e um programa de sócio-torcedor. Aguardem. Vai ter muita novidade boa por aí”, prometeu a multicampeã. . 

 

 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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