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Saúde

Vítima de câncer, professora escreve texto emocionante em obituário

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Em junho de 2017, uma professora da Pensilvânia, nos Estados Unidos, fez uma biópsia após sentir dor na garganta e rouquidão na voz. Segundo o New York Post , na época, os médicos detectaram que Ashley Ann Kuzma, de 32 anos, estava com câncer de laringe. Ela perdeu a luta contra a doença no mês passado e deixou um mensagem emocionante em seu obituário. 

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Reprodução/Facebook

Ashley Ann Kuzma morreu de câncer em 22 de setembro de 2019 e, em seu obituário, deixou uma mensagem emocionante

“Meu desejo para você é que pare de deixar situações insignificantes estressá-lo. Faça o que é importante para você. Relaxe e aproveite a companhia das pessoas ao seu redor”, escreveu Ashley, que morreu em 22 de setembro, no obituário publicado no site Legacy.com .  “O que você valoriza em sua vida? No final, é isso que importa”, continuou.

Após descobrir a doença, ela passou por diversos tratamentos. No entanto, em fevereiro de 2018, os tumores voltaram e, após uma varredura no ano passado, os especialistas descobriram que Ashley tinha câncer em suas glândulas salivares. Ela passou por 29 rodadas de radiação, quimioterapia e teve as cordas vocais removidas, mas não ficou curada. 

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“Um resultado positivo de ter câncer recorrente foi que ele me ensinou a deixar de lado as coisas insignificantes e a apenas aproveitar as pessoas e os lugares”, disse ela em outro trecho da mensagem . Depois que descobriu a doença, ela fez uma viagem até o México, participou do casamento de uma amiga e organizou seu próprio memorial.

“Quando você tem câncer de laringe recorrente que simplesmente não aceita não como resposta, tem muito tempo para pensar na morte”, destacou em outro trecho. “Sou extremamente grata pela vida que vivi. Tive a sorte de ter uma família amorosa, amigos solidários, um emprego estável e significativo e uma casa para chamar de minha”, acrescentou.

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No obituário , ela ainda pediu que sua família não lamente sua morte, mas aprecie o tempo que ainda tem de vida. “Como acho que as visualizações são muito tristes para todos, solicitei que minha família organizasse uma celebração da minha vida”, finalizou ela, que ainda pede a participação de todos na celebração, que acontece em 13 de outubro.

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Saúde

Covid-19: Senado aprova produção de equipamentos por universidades

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Agência Brasil

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Máscaras, álcool em gel e respiradores estão entre EPIs que podem ser prooduzidas



O Senado aprovou nesta quinta-feira, 28, projeto de lei (PL) que autoriza as universidades federais a produzir equipamentos de proteção individual (EPIs) e outros aparelhos para combater a Covid-19 , doença transmitida pelo novo coronavírus .

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Conforme o PL, as instituições poderão fabricar, para fins de doação, itens como máscaras , respiradores e álcool em gel. O texto segue para apreciação da Câmara dos Deputados.

“Em muitas partes do país, o sistema de saúde já está em colapso, o que implica a morte também de pessoas acometidas de outras doenças. Além disso, milhões de brasileiros tiveram sua renda afetada em consequência da necessidade de respeito à quarentena”, disse o relator da matéria, Cid Gomes (PDT-CE), em seu parecer.

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De acordo com o senador, nesse contexto, as universidades federais devem ser consideradas importantes aliadas do Poder Público e da sociedade no enfrentamento da pandemia . “Com efeito, é o que já tem ocorrido de norte a sul”, acrescentou.

Gomes afirmou que já existem iniciativas em várias universidades pelo país e citou a Universidade de Santa Catarina (UFSC), que desenvolveu o protótipo de um ventilador pulmonar, e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que trabalha no desenvolvimento de peças para respiradores artificiais e outros equipamentos para unidades de terapia intensiva ( UTIs ).

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As universidades federais do Piauí (UFPI), do Ceará (UFCE) e do Acre (UFAC), dentre outras, também estariam trabalhando na produção de máscaras e outros equipamentos para hospitais.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

20% dos norte-americanos recusariam vacina contra Covid-19, diz pesquisa

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Entidades de saúde dos EUA apontam preocupação com pessoas que podem se recusar a receber vacina contra Covid-19

Uma pesquisa realizada pelo NORC Center for Public Affairs apurou que apenas metade dos estadunidenses afirmam que estão ansiosos por uma vacina contra o novo coronavírus ( Sars-Cov-2 ). O dado é ainda mais alarmante quando aponta que, entre os pesquisados, 20% diz que não aceitaria uma  imunização contra a doença.

A pesquisa também destaca 31% das respostas, que afirmam “ainda não ter certeza” sobre a possibilidade de aceitar ou não a vacina. O estudo preocupa profissionais da ciência e da saúde por apontar, principalmente, um desafio para a saúde pública – que destaca o alto grau de contágio do vírus.

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Entre os argumentos apresentados por quem recusaria a vacina, o mais frequente é “temor pela segurança”, considernado o fato de que a vacina será um medicamente recém-descoberto. “Eu não sou anti-vacina “, afirma Melanie Dries, de 56 anos, ao portal DailyMail. “Mas me sinto mais segura se esperar um ano ou dois até receber a minha dose, pois tenho medo que os efeitos colaterais não sejam testados ainda”, explica.

O diretor do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, porém destaca que em qualquer processo de produção de vacinas a segurança é o ponto mais importante. “Estamos criando um plano gigante de testes para cada vacina . Isso significa que queremos nos certificar da eficácia e segurança do que desenvolvemos”, diz.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Distância de 2 metros não evita contágio por Covid-19, diz estudo

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Maioria das transmissões são feitas por pessoas assintomáticas
Agência Brasil/Fernando Frazão

Maioria das transmissões são feitas por pessoas assintomáticas

De acordo com um estudo publicado na revista Science, se manter 2 metros distante de outras pessoas não é suficiente para evitar o contágio pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) — diferentemente do que apontam as recomendações desde o início da pandemia. O resultado do estudo reforça o uso universal de máscara para evitar a transmissão.

Segundo a publicação intitulada “Reduzindo a transmissão do Sars-CoV-2”, especialistas da Universidade de Taiwan e da Universidade da Califórnia afirmam que algumas evidências indicam que a Covid-19 está se espalhando silenciosamente em aerossóis expelidos por pessoas altamente contagiosas, mas que não apresentam sintomas.

Por isso, dizem, é preciso “realização regular e ampla de testes” para mapear casos assintomáticos. O estudo também reforça a necessidade do máscaras para o controle do vírus.

As recomendações da Organização Mundial da Saúde podem não ser suficientes em todos os casos, dizem Chia Wang, Kimberly Prather e Robert Schooley, autores do artigo.

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“Aumentaram as evidências que sugerem que os dois metros de distância recomendados pela OMS não são suficiente em muitas situações em ambientes internos onde gotículas permanecem no ar por horas, acumulando-se com o passar do tempo e se espalhando pelo ar em distâncias maiores que dois metros”, escreveram.

Os pesquisadores explicam que as gotículas se espalham no momento da respiração e da fala, “podem se acumular, permanecer no ar de ambientes internos por horas e podem ser inalados facilmente para dentro dos pulmões”.

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O centro de controle e prevenção de doenças dos EUA, o CDC, focou também em gotículas de tossidas e espirros. Nestes casos, a permanência no ar é menor, mas existe o risco de que as gotículas caiam diretamente no nariz ou boca de outras pessoas.

“Para que a sociedade retome suas atividades, é preciso de medidas para reduzir a emissão destes aerossóis, incluindo uso universal de máscaras”, concluiu o estudo.

Fonte: IG SAÚDE

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